quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

NÃO TEM COMPARAÇÃO

A coligação demo-tucana está mesmo certa em querer evitar comparações entre os governos Lula (PT) e Fernando Henrique (PSDB) durante a campanha eleitoral pela Presidência da República. Reportagem da Folha de São Paulo mostra que a inflação na gestão de Lula é 37% menor do que na dministração de Fernando Henrique. Entre 1995 e 2002, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) médio ficou em 9,1%. A média anual dos sete anos do governo de Lula está sendo de 5,7%, ou seja, mais de um terço menor. Confira os índices de inflação na Era Lula: 2003 (9,30), 2004 (7,60), 2005 (5,69), 2006 (3,14), 2007 (4,46), 2008 (5,90) e 2009 (4,31). Os índices anuais de inflação na era FHC foram os seguintes: 1995 (22,4), 1996 (9,6), 1997 (5,2), 1998 (1,6), 1999 (8,9), 2000 (6,0), 2001 (7,7) e 2002 (12,5). Em termos de salário mínimo, se em 2003 com um salário compra-se uma cesta básica de alimentos e meia (1,5), hoje é possível comprar mais de duas cestas (2,2).

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PILARES DA ECONOMIA AMEAÇADOS

Em entrevista à revista Veja desta semana, o senador Sérgio Guerra disse como presidente nacional do PSDB que se a coligação demo-tucana vencer a eleição presidencial, mudanças substanciais vão acontecer na economia. "Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação", afirmou com toda a pompa de um tucano de alta plumagem, sem se importar com os efeitos que uma revelação como essa pode provocar desde já na saudável e robusta economia nacional. Sorte que o senador não é levado muito a sério. Muitos demos-tucanos dizem, com uma certa pitada de razão, dizem que esses pilares fundamentais da economia foram implantados no governo de Fernando Henrique. Mas foram os avanços introduzidos pelo Govenro Lula que garantiram o sucesso e alavancaram o desenvolvimento econômico e social do país. E, para finalizar, ficam aqui algumas perguntas: pra que mexer no que está dando certo? Só para ser do contra? Nem Lula fez isso! Ah, o Bolsa Família, considerado por muitos demo-tucanos um programa eleitoreiro, será mantido, segundo Guerra.

PILARES DA ECONOMIA AMEAÇADOS

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

REAJUSTE DO FUNCIONALISMO

O salário do funcionalismo público municipal de Fartura será reajustado em 5% (cinco por cento) a partir pagamento de janeiro, conforme projeto encaminhado pelo prefeito Paulo Amamura e aprovado segunda-feira em sessão extra da Câmara de Vereadores. Um aumento de oito décimo acima da inflação oficial de 4,31% apurada para o ano passado. O valor do vale alimentação teve um aumento de R$ 5,00 e subiu para R$ 65,00, também com pagamento na primeira semana de fevereiro.

BARES, RESTAURANTES E AFINS

Ao aprovar nova alteração na letra 'e' do artigo 45 da lei 528/90, a Câmara autorizou a Prefeitura a estender até as quatro da madrugada o horário de funcionamento de bares, botecos, restaurantes, lanchonetes e sorveterias na cidade de Fartura, mediante o recolhimento de taxa especial a partir das 2h01 min. No fundo, acaba com as medidas de segurança instituídas pela Lei 1.008/1999, a famosa lei seca que está agora sendo implantada em outras cidades.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

RICHARLYSON SE APRESENTA CARECA

Repreendido pela diretoria e ameaçado pela torcida por ter colocado um aplique nas férias, o jogador Richarlyson se reapresentou no São Paulo praticamente careca. Será que se fosse o Ronaldinho Gaúcho a exigência seria a mesma?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ESTARIA MARINA SILVA TUCANEANDO?

O buxixo começou assim que a troca no comando eleitoral do Partido Verde se tornou pública. Saiu o cientista político Carlos Novaes e entrou o serrista-kassabista de toda hora, Eduardo Jorge, secretário do verde e meio ambiente da cidade de São Paulo. Dizem até que a senadora pode pintar como vice de José Serra na chapa demo-tucana. Como se sabe, Marina Silva jogou no lixo anos e ano de respeitada militância no PT seduzida pelo convite para ser candidata à Presidência da República pelo PV. O PT não exigiu o mandato, como fizeram outros partidos em casos semelhantes.