quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ASSOCIAÇÃO FUTSAL FARTURA DISPUTA TÍTULO DO SUB-20 FEMININO EM SANTOS COMO REPRESENTANTE DA LIGA MARILIENSE


A Associação Futsal Fartura disputa neste domingo, como representante da Liga Mariliense de Futsal, a final do Troféu Piratininga, Campeonato organizado pela Federação Paulista de Futsal.
O jogo decisivo, com início às 11 horas, será contra Santos, na cidade praiana. Caçula na competição, a Associação Futsal tem pela frente seu principal desafio no ano. Apenas lembrando, a entidade farturense completou em julho seu primeiro ano de existência.
De acordo com o professor Gustavo Gitirana, técnico da equipe, devido ao Regulamento da competição permitir e como atual campeã da competição, a Liga Mariliense fez um convite para a Associação Futsal Fartura representá-la neste evento.
Isso em virtude dos ótimos resultados atingidos no Campeonato Escolar e nos Jogos Regionais nos últimos anos, bem como por ser apontado pelo comitê dirigente do Estado de São Paulo com um dos destaques.
Esse feito despertou interesse nas equipes farturenses pelo presidente da Liga Mariliense, que faz parte desta comissão estadual. Ele elogiou o trabalho de Fartura nesta modalidade, lembrando que são poucas as cidades da Região Sudoeste e do Estado de São Paulo fazem um trabalho contínuo com o futsal feminino.
Em comum acordo, a partida única será disputada em Santos, que ofereceu estrutura para a grande final. Assim, esse evento acontecerá na Arena Santos, um ginásio com cinco mil assentos de capacidade.
A delegação farturense composta pela comissão técnica, uma enfermeira, 14 atletas do sub 20 feminino, diretores da Liga Mariliense e diretores da Associação Futsal Fartura, ficará alojada na cidade de São Sebastião a partir do dia 09 de novembro, partindo para a final em Santos no dia seguinte.
PLANOS – No último sábado Gustavo Gitirana participou de uma reunião de presidentes de Ligas Federadas do Estado de São Paulo e diretores da Federação Paulista de Futsal na cidade de São José do Rio Preto, para definição o calendário do próximo ano.
Professor Gustavo aproveitou a ocasião para salientar o interesse de a Associação Futsal Fartura participar do Campeonato Paulista da Série A3.

 

RELEMBRANDO - NOTAS ESCONÔMICAS

SE GASTAR, NÃO EMPRESTE – Pois é, quem diria, inspirada no slogan “se beber, não dirija”, a associação que congrega as instituições financeiras está estudando incluir em suas peças publicitárias um alerta do tipo “crédito em excesso pode gerar prejuízo” para alertar a população sobre os perigos do superendividamento. Também inspirada em outra palavra muito em uso no momento, a Febraban está sugerindo a seus filiados a adoção do crédito sustentável em seus anúncios. Afinal, o endividamento insustentável tende a aumentar a inadimplência e também provocar prejuízo às instituições financeiras.
INFLAÇÃO NA META EXPANDIDA - Calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base no Índice Nacional de Preço ao Consumidor – Amplo (IPCA), que atinge famílias com renda de um a 40 salários mínimos, a inflação oficial acelerou de 0,35% em setembro para 0,57% em outubro, mas se manteve dentro da meta expandida de até 6,5% ao ano, já que o índice acumulado nos últimos 12 meses ficou em 5,84%. O indicador para o mesmo período fechado em setembro foi de 5,86. A meta ideal traçada pelo Banco Central é de 4,5%. A boa notícia é que a inflação oficial acumula taxa de 4,38% no ano, ou seja, de janeiro a outubro, igual ao registrado no mesmo período do ano passado. Mas tende a aumentar, porque os preços normalmente são reajustidos para cima nos três meses finais do ano.
CARNES COMO VILÃS DA VEZ - As carnes foram as principais vilãs em outubro, com alta, em média, de 3,17% - chegando a 5,85% na região metropolitana de São Paulo. Outros alimentos importantes na mesa do consumidor também aumentaram, com destaque para o tomate, cuja alta foi de 18,65%, mas atingiu 52,69% na região metropolitana do Rio de Janeiro. Com estes e outros aumentos, o grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,03% em outubro, acima dos 0,14% de setembro, e foi o principal responsável pela aceleração da inflação oficial de um mês para o outro.
INFLAÇÃO DA BAIXA RENDA - O IBGE também informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,61% em outubro, depois da alta de 0,27% em setembro. No ano, o indicador acumula alta de 4,25%, e, em 12 meses, avanço de 5,58%, indicando recuo em relação aos 12 meses encerrados em setembro, quando ficou em 5,69%. O INPC se refere à inflação percebida pelas famílias com renda de um a cinco salários mínimos que vivem nas nove regiões metropolitanas pesquisadas. CESTA BÁSICA AUMENTA – Pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que o preço da cesta básica aumentou em 15 das 18 capitais pesquisadas no mês de outubro. As maiores altas foram registradas no Rio de Janeiro (5,86%), em Curitiba (4,80%), em Porto Alegre (4,35%) e em Vitória (4,06%). Houve decréscimo apenas em João Pessoa (2,06%), Manaus (1,23%) e no Recife (0,08%). A capital gaúcha apresentou a cesta mais cara, com R$ 324,87. Em seguida, aparecem São Paulo (R$ 321,14), Vitória (R$ 313,78) e Rio de Janeiro (R$ 312,90). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 222,55), João Pessoa (R$ 254,45) e Salvador (R$ 256,78).

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

NOTAS ECONÔMICAS - MERCADO AUTOMOBILÍSTICO BUSCA RECORDE


PRODUÇÃO DE OUTUBRO – Com a produção de 323,8 unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, a indústria automobilística brasileira vivenciou o melhor mês de outubro de toda a sua história, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos AutomotoresAnfavea. Um avanço de 0,5% com relação as 322,2 mil de outubro de 2012, porém, com redução de 2,5 contra as 332 mil de setembro passado.
VENDAS DE OUTUBRO – Ainda de acordo com a Anfavea, licenciamento 330,2 de veículos em outubro, avançou 6,6% em relação a setembro, quando foram licenciados 309,9 mil. Porém, na comparação com outubro do ano passado, houve um recuo 3,3% em relação às 341,6 mil unidades licenciadas um ano atrás. O resultado está acima da média de 308,9 mil unidades comercializadas dos primeiros nove meses do ano.
RECORDE A VISTA – No acumulado dos dez primeiros meses do ano, a produção de veículos no País teve alta de 12,4% sobre o mesmo período de 2012, com a fabricação de 3,17 milhões de unidades. A Anfavea estima crescimento de cerca de 12% na produção neste ano, para recorde de 3,79 milhões de unidades. Em relação às vendas, houve uma retração de 0,7% no acumulado de 2013. Até o dia 31 de outubro, nos dados da Anfavea, tinham sido licenciados  3,11 milhões de veículos, contra 3,13 milhões do mesmo período em 2012.
MERCADO EXTERNO – As exportações ascenderam 30,6% no acumulado do ano, com 480 mil unidades em 2013 ante 367,4 mil do ano anterior – o volume deste ano até outubro já superou o resultado completo de 2012. Só em outubro 51,8 mil unidades deixaram o País, o que representa aumento de 22,9% frente as 42,2 mil do mesmo mês do ano passado e de 13,9% com relação as 45,5 mil de setembro de 2013.
INOVAR-AUTO - O aquecimento dos mercados externos é um dos motivos para o bom desempenho da indústria automobilística brasileira, mas há outro fator preponderante, na análise da Anfavea: o Inovar-Auto, lançado em ... pelo Governo Federal. Iniciativa do programa Brasil Maior, o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) tem por objetivo de estimular o investimento na indústria automobilística nacional, mediante desconto de até 30 pontos porcentuais no IPI para automóveis produzidos e vendidos no País. “A queda na participação dos importados no licenciamento, que em outubro foi de 18,8%, comprova que o acerto do programa”, defende o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junior.
MÁQUINAS AGRÍCOLAS – Assim como nas exportações de autoveículos, o resultado das vendas internas de máquinas agrícolas de janeiro a outubro já superou todo o ano de 2012. Nestes dez meses foram vendidas 71,2 mil máquinas, 21,7% acima das 58,5 mil do ano passado. No comparativo mês a mês, as 7,3 mil unidades comercializadas em outubro de 2013 representam redução de 2,4% com relação ao mesmo mês de 2012 e de 0,9% perante setembro deste ano.

ARTIGO - DIREITO À VIDA


A questão não é mais se existe cura para uma doença — porque, em muitos casos, ela existe — mas de saber se é possível para o paciente pagar a conta do tratamento. Milhões de pessoas encontram-se hoje nessa situação dramática, desesperadora: sabem que há um remédio capaz de salvá-las e aliviar o seu sofrimento, mas não conseguem utilizá-lo, devido ao seu custo proibitivo


*Por Luiz Inácio Lula da Silva
Em todo o mundo, seja nos países ricos, em desenvolvimento ou pobres, o acesso a tratamentos médicos mais avançados está cada vez mais desafiador. Muitos dos doentes não conseguem beneficiar-se dos medicamentos que poderiam curá-los ou pelo menos prolongar as suas vidas.

A questão não é mais se existe cura para uma doença — porque, em muitos casos, ela existe — mas de saber se é possível para o paciente pagar a conta do tratamento. Milhões de pessoas encontram-se hoje nessa situação dramática, desesperadora: sabem que há um remédio capaz de salvá-las e aliviar o seu sofrimento, mas não conseguem utilizá-lo, devido ao seu custo proibitivo.

Há uma frustrante e desumana contradição entre admiráveis descobertas cientificas e o seu uso restritivo e excludente.

De um lado, temos as empresas farmacêuticas, que desenvolvem novas drogas, com investimentos elevados e testes sofisticados e onerosos. De outro, temos aqueles que financiam os tratamentos médicos: os governos, nos sistemas públicos, e as empresas de planos de saúde, na área privada. No centro de tudo, o paciente, lutando pela vida com todas as suas forças, mas que não tem condição de pagar para sobreviver.

Nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama trava há anos uma batalha com a oposição conservadora para estender a cobertura de saúde a milhões de pessoas. Na Europa, mesmo em países ricos o sistema público muitas vezes não consegue garantir o pleno acesso aos novos medicamentos. No Brasil, cada vez o governo precisa de mais recursos para os medicamentos que compra e fornece gratuitamente, inclusive alguns de nova geração. E na África, o HIV atinge contingentes enormes da população, ao mesmo tempo que doenças tropicais como a malária, perfeitamente evitáveis, continuam causando muitas mortes e deixaram de ser priorizadas pelas pesquisas dos grandes laboratórios.

Um vídeo que circula na Internet, feito por uma companhia de celular, tem emocionado o mundo ao mostrar os dramas entrelaçados de um garoto pobre da Tailândia que tem que roubar para obter remédios para sua mãe, e o de uma jovem tendo que lidar com as contas astronômicas de hospital para salvar o seu pai.

Conheço o drama de ter entes queridos sem um tratamento de saúde digno. Em 1970, perdi minha primeira esposa e meu primeiro filho numa cirurgia de parto, devido ao mau atendimento hospitalar. Os anos que se seguiram, de luto e dor, foram dos mais difíceis da minha vida.

Por outro lado, em 2011, já como ex-presidente, enfrentei e superei um câncer graças aos modernos recursos de um hospital de excelência, cobertos pelo meu plano privado de saúde. O tratamento foi longo e doloroso, mas a competência e atenção dos médicos, e o uso dos medicamentos de ponta, me permitiram vencer o tumor.

É fácil ver as empresas farmacêuticas como as vilãs desse processo, mas isso não resolve a questão. Quase sempre são empresas de capital aberto, que se financiam principalmente através de ações nas bolsas de valores, competindo entre si e com outras corporações, de diversos setores econômicos, para financiar os custos crescentes das pesquisas e testes com novas drogas. O principal atrativo que oferecem aos investidores é a lucratividade, mesmo que essa se choque com as necessidades dos doentes.

Para dar o retorno pretendido, antes que a patente expire, a nova droga é vendida a preços absolutamente fora do alcance da maioria das pessoas. Há tratamentos contra o câncer, por exemplo, que chegam a custar 40 mil dólares cada aplicação. E, ao contrário do que se poderia imaginar, a concorrência não está favorecendo a redução gradativa dos preços, que são cada vez mais altos a cada nova droga que é produzida. Sem falar que esse modelo, guiado pelo lucro leva as empresas farmacêuticas a privilegiarem as pesquisas sobre doenças que dão mais retorno financeiro.

O alto custo desses tratamentos tem feito com que planos privados muitas vezes busquem justificativas para não dar acesso a eles, e que gestores de sistemas públicos de saúde se vejam, em função dos recursos finitos de que dispõem, frente a um dilema: melhorar o sistema de saúde como um todo, baseado em padrões médios de qualidade, ou priorizar o acesso aos tratamentos de ponta, que muitas vezes são justamente os que podem salvar vidas?

O preço absurdo dos novos medicamentos tem impedido a chamada economia de escala: em vez de poucos pagarem muito, os remédios se pagariam ­­— e seriam muito mais úteis — se fossem acessíveis a mais pessoas.

A solução, obviamente, não é fácil, mas não podemos nos conformar com o atual estado de coisas. Até porque ele tende a se agravar na medida em que mais e mais pessoas reivindicam, com toda a razão, a democratização do acesso aos novos medicamentos. Quem, em sã consciência, deixará de lutar pelo melhor tratamento para a doença do seu pai, sua mãe, seu cônjuge ou seu filho, especialmente se ela traz grande sofrimento e risco de vida?

Trata-se de um problema tão grave e de tamanho impacto na vida — ou na morte — de milhões de pessoas, que deveria merecer uma atenção especial dos governos e dos órgãos internacionais, e não só de suas agências de saúde. Não pode na minha opinião continuar sendo tratado apenas como uma questão técnica ou de mercado. Devemos transformá-lo em uma verdadeira questão política, mobilizando as melhores energias dos setores envolvidos, e de outros atores sociais e econômicos, para equacioná-lo de um modo novo, que seja ao mesmo tempo viável para quem produz os medicamentos e acessível para todos os que precisam utilizá-los.

Não exerço hoje nenhuma função pública, falo apenas como um cidadão preocupado com o sofrimento desnecessário de tantas pessoas, mas acho que um desafio político e moral dessa importância deveria ser objeto de uma conferência internacional convocada pela Organização Mundial de Saúde, com urgência, na qual os vários segmentos interessados discutam francamente como compartilhar os custos da pesquisa cientifica e industrial com o objetivo de reduzir o preço do produto final, colocando-o ao alcance de todos que necessitam dele.

Não há dúvida de que todos os setores vinculados à medicina avançada devem ter os seus interesses levados em conta. Mas a decisão entre a vida e a morte não pode depender de preço.


Artigo publicado segunda-feira, 4 de novembro, pelo ex-presidente no site Linha Direta do PT

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VACA HOLANDESA DÁ LUZ A TRÊS BEZERROS NO MESMO PARTO


Veterinário Pedro Nóbrega também acompanhou um parto de gêmeos nessa semana e trabalhou em quatro com problemas

   Pertencente ao produtor de leite Fioravante Rosette Filho, proprietário da Fazenda São João, no município Manduri, uma vaca da raça holandesa de nome Bragada deu luz a bezerros trigêmeos no dia 29 de outubro, sendo dois machos e uma fêmea.
Segundo o veterinário Pedro da Silva Nóbrega, os dois machos foram gerados na mesma placenta e são idênticos. A fêmea foi gerada em placenta separada. “A Bragada deve ter apresentado duas ovulações e um dos óvulos sofreu difusão após a fecundação, sendo gerados dois univitelinos. Porém, outro óvulo também foi fecundado e gerou o terceiro feto”, explica Pedrinho. “Quando ocorre esta gestação, geralmente a fêmea é estéril, não serve para reprodução”, acrescenta o veterinário.
 A Fazenda São João produz aproximadamente 700 litros de leite por dia, com todo o trabalho desenvolvido de forma familiar, ou seja, por Fioravante, a esposa e os filhos. A vaca Bragada tem sete anos e em sua última lactação produziu em média 25 kg de leite por dia.
O médico veterinário Pedro da Silva Nóbrega é o responsável pela sanidade dos animais existente na propriedade. Natural de Piraju, residente na cidade de Timburi com a esposa Sílvia. Pedrinho, como é carinhosamente tratado pelos amigos, se formou pelas Faculdades integradas de Ourinhos (FIO) há dois anos e meio.
Ele tem clínica veterinária em Bernardino de Campos, de onde atende animais de pequeno e grande porte em toda a região. “Essa é a primeira vez que acompanho parto de trigêmeos e acho que é algo inédito na nossa região”, comenta o veterinário, explicando que a porcentagem do nascimento de trigêmeos em bovinos gira em torno de 1%. “O de gêmeos é mais comum e, por incrível que pareça, nesta semana acompanhei quatro partos distócico, dois parto com um bezerro cada vaca, um parto de trigêmeo e um parto  de uma vaca mestiça de gêmeos”, conta Pedrinho.
Distócico é parto com problema. O parto de gêmeos aconteceu na propriedade do produtor Alexandre do Silvio, bairro Areia Alta. “Tenho muito orgulho da minha profissão com este trabalho que realizo”, conclui o veterinário.

 

TINHO ANUNCIA CONSTRUÇÃO DE CRECHE ESCOLA NA PRAÇA DOS EXPEDICIONÁRIOS


O prefeito Tinho Bortotti, o vice-prefeito Pedro Armando e a coordenadora da educação Jovana Leite voltaram a se reunir com moradores da Vila de Fátima na última terça-feira, para definir a localização da creche escola com 120 vagas que será construída na comunidade com recursos governamentais, mais precisamente na Praça dos Expedicionários.
Na verdade, Tinho foi consultar a comunidade se poderia construir essa creche na Praça dos Expedicionários, situada na confluência da Avenida João Rocha com a Rua Santa Rita, que não está tendo a utilidade desejada e continua matriculada como terreno público.
Tinho começou a reunião explicando que o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima é uma creche filantrópica, tocada por voluntários da própria comunidade e custeada com repasses municipal, estadual e federal, bem com recursos arrecadados em eventos promovidos pela diretoria da entidade.
Segundo o prefeito, a Vila de Fátima foi escolhida, porque outras regiões da cidade já são servidas pelo atendimento das creches municipais Irene Lança (Vila Planalto/Vila Esperança), Idália de Paula (Vila Romano/Vila Nova) e Madre Caetana (São Caetano/Vila Velha).
Ainda conforme o prefeito, a obra da creche escola federal dos jardins Bela Vista, Paraíso e Cidade Feliz será retomada assim que a documentação for regularizada. No momento as crianças residentes nessas localidades são atendidas pela Creche Presbiteriana.
A construção de novas creches municipais, porém, não significará o fechamento das filantrópicas, porque haverá vaga disponível para todas. “Nós não podemos pensar apenas no hoje, temos de pensar no futuro, então, não vamos fechar a creche filantrópica”, acrescentou a coordenadora Jovana.
O prefeito acrescentou que com a instalação de novas confecções no Distrito Industrial, a população trabalhadora circulante tende a aumentar consideravelmente. “A procura pela Creche da Vila Romana é grande por causa das confecções, a mãe leva o filho quando vai trabalhar e pega na saída do serviço”, justificou Tinho.
A reunião terminou com Tinho discorrendo sobre algumas realizações da administração, municipal, em especial nas áreas de saúde e educação – construção de unidades de saúde, contratação de médico otorrinolaringologista, compra de mais dois ônibus escolares, uma ambulância, um van para o transporte de pacientes, troca de carteiras e compras de equipamentos, reforma da praça e recapeamento de ruas, entre outras.

RELEMBRANDO - NOTAS POLÍTICAS


HAJA CRIATIVIDADE - “A gente tem de ser bastante criativo para conseguir gastar o dinheiro da Educação. Se não for criativo, não consegue gastar, a não ser que faça superfaturamento”, comentou o prefeito Tinho Bortotti em reunião com moradores da Vila de Fátima para definir local para a construção de uma creche escola com recursos do Governo do Estado.
INVESTIMENTOS - Foi por isso que o prefeito farturense investiu na aquisição de vários veículos do transporte escolar. Mesmo assim não conseguiu chegar ao mínimo dos 25% constitucionais de investimento orçamentário em Educação – o índice está em 24,34%. Para não ter problemas na prestação de contas anual, Tinho vai comprar mais um ônibus. No ano que vem, os investimentos serão feitos em ampliação e construção unidades escolares.
ESSE FUNDEB... - Então está explicado porque Tinho comentou com o deputado estadual Hamilton Pereira o trabalhão que dá para administrar os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e Valorização do Magistério – Fundeb.
VIVA O SICONV - Demorou, mas o prefeito farturense descobriu o quanto um município pode ganhar se tiver na Prefeitura um funcionário treinado para acessar o Sistema de Convênios do Governo Federal – Siconv.
MÉDICO OTORRINO - Tinho Bortotti também comunicou a contratação de um médico otorrinolaringologista para atendimento no Centro de Saúde e realização de cirurgias na Santa Casa. “Serão poucos atendimentos, mas vamos livrar essas pessoas de ficarem dois anos viajando para Rubião, porque às vezes se leva um ano e meio para conseguir uma cirurgia em Rubião”, justifica o prefeito, referindo-se ao Hospital de Clínicas da Unesp de Botucatu.
SANTAS CASAS - Depois de conceder perdão da dívida de tributos acumulada pelas santas casas e hospitais filantrópicos, o Governo Federal está anunciando a injeção de recurso adicional em 2014 da ordem de R$ 1,7 bilhão para atendimentos de média e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde. Um aumento de 50% em relação à quantia repassada neste ano, com compensação pela defasagem da Tabela SUS. Esse Padilha...
MORTE POR AIDS - Levantamento do Programa DST/Aids aponta que em 2012  foram registrados 2.760 mortes no Estado de São Paulo, o que representam uma taxa de mortalidade de 6,6 por 100.000 habitantes. Em 1995 foram 7.739 mortes, com taxa de mortalidade de 22,9. Além disso, foi constatado que a sobrevida dos pacientes é cada vez maior e de melhor qualidade. O programa completou 30 anos em 31 de outubro.
DIAGNÓSTICO PRECOCE - De acordo com o secretário David Uip, para reduzir ainda mais a mortalidade o Estado continuará a investir no diagnóstico precoce da infecção pelo HIV, com a ampliação da oferta do teste rápido, além de garantir o acesso às terapias antirretrovirais de alta potência.
PEC DA CULTURA - Se depender do presidente Henrique Eduardo Alves, a proposta de emenda constitucional que obriga a destinação de 2% do Orçamento Geral da União (OGU) ao segmento cultural, será apreciada no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 5 de novembro, quando se comemora o Dia Nacional da Cultura.